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há 2 dias por Regina Pitoscia

Como conseguir economizar na compra de material escolar

Muitos pais antecipam a aquisição de material escolar e, quando chega a lista de material da escola, já estão com boa parte dele comprada. E por preços bem mais baixos que os cobrados na maratona de compras da segunda quinzena de janeiro.

À medida que se aproxima o início das aulas, cresce o aumento da procura nas papelarias, movimento que torna os produtos mais caros. Por essa lógica, quanto antes você for atrás do material, maior será a chance de encontrar as melhores condições de preço. Mas, mesmo às vésperas de volta às aulas, ainda dá para economizar.

Converse com os pais mais próximos, faça uma lista de material de vários alunos e compre no atacado que oferece descontos para grandes quantidades. O esquema funciona bem quando se combina a tarefa de cada um e a divisão de custos com antecedência: quem vai à loja, quem vai conferir quantidade do material comprado e quem vai separar e distribuir os produtos para cada aluno, como será a divisão dos custos com combustível, e assim por diante. Um mutirão desses exige tempo e disposição dos pais, mas pode assegurar economias de até 30% em relação à compra individual na loja do bairro.

Dicas do Procon

Há outros meios para gastar menos com a compra do material escolar, como apontam as orientações do Procon e de especialistas do setor. Para começar, veja o material escolar que sobrou no ano anterior e separando o que pode ser reaproveitado.

Organize com outros pais e com a escola uma feira de troca de livros do ano anterior. Se sua situação financeira não estiver confortável, procure comprar apenas o material que será usado no primeiro semestre. Pesquise preços em diferentes lojas e tente negociar descontos. Não use o limite do cheque especial ou o crédito rotativo do cartão de crédito que cobram os juros mais altos do mercado.

Se for preciso, recorra a linhas de financiamento mais acessíveis, como o crédito pessoal ou o consignado. Não deixe a compra para a última hora, quando há maior movimento, falta de itens e alta de preços. O lojista também resiste mais a negociações no pico da demanda. Evite ainda materiais com personagens, logotipos e acessórios licenciados, porque geralmente são mais caros, assim como produtos da moda com imagens de artistas ou personagens de sucesso.

Orientações

Conhecer seus direitos diante de exigências feitas por algumas escolas também é uma forma de proteger seu bolso. O Procon-SP orienta que a instituição de ensino não pode pedir produtos de uso coletivo, como material de higiene e limpeza, ou cobrar taxas para despesas com água, luz e telefone. Não pode exigir ainda a compra de produtos de marca específica ou determinar a loja ou livraria onde o material deve ser adquirido.

Cabe à escola fornecer as listas para que os pais ou responsáveis possam pesquisar preços e escolher o local da compra de sua preferência. A dica vale também para a compra do uniforme escolar. A escola só poderá exigir a compra no próprio estabelecimento de ensino ou em lojas pré-determinadas se tiver uma marca devidamente registrada.

A lei determina que a instituição de ensino adote critérios para a escolha do uniforme de acordo com a situação econômica do estudante e de sua família e, ainda, com as condições de clima da cidade onde fica a escola. O modelo de uniforme não pode ser mudado antes de cinco anos, contados de sua adoção.

 

 

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