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há 2 dias por Economia Nota 10

Nosso bolso, o que esperar desta semana?

Vamos conhecer um dos índices da inflação de abril, o IGP-M. Mesmo que seja menor que a de março, quem vai ao supermercado, à feira ou ao shopping percebe que os preços permanecem nas alturas. Por isso, espera-se que a taxa de juro básica da economia, a Selic que valerá para os próximos 45 dias, seja mantida em nível elevado para continuar freando o consumo e, por tabela, segurar a inflação. E não esqueça, sexta-feira termina o prazo para acertar as contas com o Leão.

Confira o que está agendado para a semana e quais os reflexos para suas economias.

Agenda

Nesta-segunda-feira, o Banco Central (BC) divulga o boletim Focus, um informe que mostra as expectativas de analistas e economistas do mercado financeiro sobre inflação, juros, dólar, dentre outros. Esses dados nos dão uma boa pista sobre os rumos da economia.

Na quarta-feira, dia 27, o Comitê de Política Monetária (Copom), do BC, decide em que nível vai ficar o juro de referência da economia, a Selic, que está em 14,25% ao ano desde julho do ano passado.

Mesmo com alguns sinais de desaceleração da inflação e da pesada recessão, que tira emprego e renda do trabalhador, a aposta do mercado é que o BC não mexerá na Selic, mais uma vez.

A provável estabilidade dos juros beneficia aplicações como o fundo DI e o fundo de renda fixa que tem a remuneração influenciada pela Selic. Sobretudo em momento de inflação mais baixa.

Qualquer que seja a decisão sobre o nível dos juros, quem precisa de crédito não terá alívio. Ressabiados com o aumento de calote na dívida, bancos e financeiras elevam o custo para barrar o acesso do consumidor aos financiamentos. Os juros vão continuar bem salgados nessa ponta.

Na quinta-feira, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), conhecido como inflação do aluguel, fechado de abril. As projeções de analistas apontam para um IGP-M no intervalo entre 0,35% e 0,40%.

E, por fim, termina na sexta-feira, dia 29, o prazo para a entrega da declaração de imposto de renda 2016 para o contribuinte que recebeu, em 2015, rendimentos tributáveis acima de R$ 28.123,91.

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